Arquivo de Setembro, 2010

Ataque de Hacker Holandês

Segue mais um vídeo onde o maluco faz vandalismo na rua controlando a ponte numa cidade, o que deu para perceber ele esta usando uma conexão wi-fi

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Diagrama de Pareto

O diagrama de Pareto é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas. O diagrama de Pareto torna visivelmente clara a relação ação/benefício, ou seja, prioriza a ação que trará o melhor resultado. Ele consiste num gráfico de barras que ordena as freqüências das ocorrências da maior para a menor e permite a localização de problemas vitais e a eliminação de perdas.

Nos diagramas de Pareto, a classificação é usada para orientar as ações corretivas. A equipe do projeto deve tomar ações para resolver primeiramente os problemas que estão causando o maior número de defeitos. Os diagramas de Pareto estão conceitualmente relacionados à Lei de Pareto, que afirma que um número relativamente pequeno de causas normalmente produzirá a grande maioria dos problemas ou defeitos. Isso geralmente é chamado de princípio 80/20, em que 80% dos problemas se devem a 20% das causas. Os diagramas de Pareto também podem ser usados para resumir todos os tipos de dados para análises 80/20.

Para elaborar o  diagrama de Pareto, Alguns passos importantes devem ser seguidos:

1. determine o tipo de perda que você quer investigar.
2. especifique o aspecto de interesse do tipo de perda que você quer investigar.
3. organize uma folha de verificação com as categorias do aspecto que você decidiu investigar
4. preencha a folha de verificação
5. faça as contagens, organize as categorias por ordem decrescente de freqüência, agrupe aquelas que ocorrem com baixa freqüência sob denominação “outros” e calcule o total.
6. calcule as freqüências relativas, as freqüências acumuladas e as freqüências relativas acumuladas

material complementar : prof:  Alexandre Gomes

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Controle de Acesso – parte final

Modelos

Hoje em dia existe vários modelos referente ao controle de acesso , EM linha gerais existem atualmente três modelos básicos bastantes maduros, largamente utilizados como referência é que vamos ver logo abaixo.

4.1 – DAC (Discretionary Access Control

É uma a definição de uma pessoa com a responsabilidade de aprovar a concessão de direitos de acesso para as pessoas. O termo original utilizado em inglês é “owner”, que significa dono em português. As empresas, no entanto, têm optado por outros termos mais adequados à realidade Brasileira como: Responsável ou Gestor.

Duas implementações deste mecanismo são as Listas de Controle de Acesso (Access Control Lists – ACL) e Capabilities Tables.

4.1.1 – ACLs (Access Control Lists )

São permissões mais específicas que são úteis para dar acesso a um determinado usuário sem que ele necessite ter as mesmas características do dono do arquivo e/ou diretório. Além disso, o acesso pode ser configurado de diferentes formas para um ou mais grupos heterogêneos.

As ACL descrevem, para cada objeto, qual sujeito tem quais direitos sobre este objeto. Tomando-se a Matriz de Acesso como modelo, as ACL são representadas como a coluna de cada objeto. Um modelo simples de ACL pode ser visto nos sistemas UNIX, em que os arquivos possuem listas de permissões de acesso (direitos) para o proprietário, o grupo e os demais usuários.

As ACLs são importantes quando precisamos dar autorizações diferentes de acesso a um ou mais usuários e/ou grupos, mas quando as permissões forem gerais podemos utilizar o comando chmod do linux é claro

4.1.2 – Capabilities Tables

São tecnologia proposta para substituir a adoção de ACLs, especialmente em permissões de sistemas de arquivo. Ao invés de usuário passar um identificador falando quem ele é cada vez que o acesso a um arquivo é solicitado, o que demanda verificação por parte do reference monitor, o usuário recebe as chamadas “capacidades”. Elas são referencias para o acesso aos arquivos, semelhantes a file descriptors, que já incluem as permissões que o usuário possui para aquele arquivo, eliminando a necessidade de verificação dessas informações no momento do acesso.

File descriptors – São referencias a arquivos internos dos sistemas operacionais

4.2 – MAC (Mandatory Access Control )

O modelo MAC (Mandatory Access Control – Controle de acesso obrigatório) é um mecanismo que limita o nível de controle dos usuários sobre os objetos que eles próprios criaram. Ao contrário do que ocorre com o DAC, onde o usuário tem pleno controle sobre seus objetos.

Um modelo de controle MAC exige que os objetos sejam catalogados de acordo com a classificação de segurança adotada na organização. Em geral são adotados 3 ou 5 níveis, como por exemplo: Secreto, Confidencial, Uso interno e público. O acesso a um objeto só é permitido às pessoas que possuem no mínimo o mesmo nível de classificação de segurança.

O modelo popular para o MAC, chamado Bell-LaPadula, é composto de objetos (tabelas, visões, linhas, colunas), sujeitos (usuários, programas), classes de segurança e passes.

O modelo Bell-LaPadula impõe duas restrições em todas as leituras e escritas em objetos:

-  Propriedade Simples de Segurança: Sujeito S pode ler um objeto O apenas se class (S) >= class (O).

- Propriedade : Sujeito S pode escrever em um objeto O apenas se class (S) <= class (O).

4.3 – RBAC (Role-based Access Control )

É um modelo recente que muito se adéqua as necessidades das empresas, em que o controle de acesso este fortemente ligado a função, ou papel, do sujeito dentro da empresa.

Por exemplo, entende-se que um diretor  financeiro e um gerente de vendas tem papeis diferentes e, logo, precisam acessar apenas as informações que sao adequadas as suas funções. Da mesma forma, todos os diretores financeiros podem ter acesso aos mesmos dados, visto que desempenham o mesmo papel

4.4 – Outras tecnologias

Existem outras tecnologias relacionadas a controle de acesso que podem estar atreladas a mais de um modelo ou que foram projetadas para necessidades bem especificas, mantendo uns distanciamentos os modelos vistos

4.4.1- Role –Based

Conjunto de regras para definir permissões de acesso. Uma ACL é criada para cada recurso existente no sistema, sendo ela consultada cada vez que um acesso a esse recurso seja feito.

Um exemplo comum é o conjunto de regras de um firewall que definem quais origens podem acessar quais destinos

4.4.2- Content Dependent

Permitem que o acesso seja feito levanto em consideração aspectos da própria informação que é acessada . , ou seja considera o conteúdo do objeto no processo de controle de acesso , exemplos são sistemas que acessam os bancos de dados, como ERPs, CRMs  etc

4.4.3 – Interfaces restritas

Restringem as ações dos usuários, removendo a possibilidade de alterações ou acessos não autorizados, por exemplo. Seu uso, porem, deve ser complementado com mecanismo de acesso implementando na própria base de dados de forma a evitar ataques de byspass, onde o atacante tenta acessar a base de dados diretamente burlando a interface

4.4.4 – Access Control Matrix

A Access Control Matriz, ou ACM, é o somatório dos dois mecanismos anteriores formando uma estrutura equivalente a uma matriz, onde as linhas são compostas pelos usuários, as colunas por objetos e os elementos são listas de permissões. Cada coluna de uma ACM é uma

ACL e cada linha é uma Capability.

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Hacker da Holanda em ação

Segue um vídeo onde um hacker pratica vandalismo na estrada, utilizando a tecnologia o mesmo se conecta ao teleprompter igual ao dos apresentadores de televisão eles  mudam sinalizações de placas de trânsito eletrônicas e mandam mensagens , o vídeo é antigo mais vale a pena dar uma olhada

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Checklist Priorização de Problema – ITIL

A prioridade de um problema é atribuída de acordo com as seguintes regras:

Urgência (tempo disponível até a resolução do problema), por exemplo:

1: até 4 horas.

2: até um dia

3: até 5 dias

Grau de severidade (danos causados ao negócio), por exemplo,

1: “High” (interrupção de processos críticos de negócio)

2: “Normal” (interrupção do trabalho de empregados)

3: “Low” (impedimento para o trabalho individual dos empregados, a continuação do trabalho possível por meio de uma solução contorno)

Prioridade (por exemplo, nas fases 1, 2 e 3): A função da urgência e o grau de severidade.

A questão da resolução do problema deverá ser pensando em como prioriza-lo a frente de uma demanda que gera receita para a empresa. Soluções definitivas de problemas resultam em menos incidentes, já que a empresa mantém uma operação muitas vezes 24 x 7 para exatamente garantir os níveis desejados e estabelecidos de níveis de serviços, porque a empresa deveria investir tempo e dinheiro para resolver definitivamente os problemas menos graves se a empresa entrega o que foi definido em contrato de nível de serviço SLM e como estabelecido em SLA

Um homem de negócio deve pensar nas entregas, entregas geram publicidade consequentemente geram receitas.

Acredito que a área de operação da empresa deve junto à área que gere os processos da empresa, pensar em criar uma estrutura ou reorganizar uma estrutura de operação a fim de criar um time não só operacional, mas que tenha a capacidade de resolver os problemas mais críticos da empresa em vez de apenas apagar incêndios.

Normalmente a operação é um time de primeiro nível de suporte da organização que foi estabelecido na empresa e muitas vezes esquecido e não valorizado. Criar um time especializado em analisar os incidentes recorrentes garantirá crescimento e valorização profissional desta equipe e a empresa desta forma conseguirá gerar uma Gestão de Conhecimento.

 

Aldo Silva

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