Arquivo de Novembro, 2010
Líderes inseguros e imaturos podem ver no bom profissional uma ameaça
Publicado por Aldo Silva em Segurança da Informação (SI) em 23/11/2010
Você é daqueles profissionais com bom desempenho, que realiza bem suas tarefas, é elogiado por gestores que estão acima dos seus líderes diretos, mas sempre que tem uma daquelas ideias que podem melhorar ainda mais os resultados da equipe e, por consequência, o seu desempenho, ela é barrada, e pelo seu líder? Cuidado, esse pode ser um sinal de que você representa uma “ameaça” para ele.

Posturas como essas por parte de alguns líderes, geralmente os mais centralizadores, não são exceção, na avaliação da diretora de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Neli Barboza. “É possível existir gestores com essa postura”, acredita. “Mas depende muito da maturidade desse líder”, conta.
Segundo ela, muitos gestores sentem que seu cargo pode ser tomado a qualquer momento por determinado profissional, principalmente, claro, por aquele que mostra resultados, tem boa convivência com a equipe e com outros líderes. Contudo, diz Neli, essa sensação pode ser apenas uma fase pela qual esse gestor passa, deixando-o mais fragilizado e inseguro.
A headhunter da De Bernt Entschev Human Capital Emmanuele Spaine, por outro lado, é enfática ao dizer que apenas líderes muito jovens podem enxergar em um subordinado uma ameaça. “É importante dizer que isso acontece apenas com aqueles que ainda não desenvolveram a segurança e a experiência para serem líderes”, afirma.
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Matéria de Camila F. de Mendonça, InfoMoney
Ataque Smurf
Publicado por Aldo Silva em Videos em 22/11/2010
Smurf é um ataque baseado em IP Spoofing e Broadcast. Um único pacote (ICMP Echo Request) é enviado com destino ao endereço de broadcast de uma sub-rede na Internet . Todos os computadores naquela sub-rede respondem para o IP de origem. Nesse caso, o IP de origem deste pacote de broadcast será trocado (spoofing) pelo endereço IP da vítima escolhida pelo atacante. Dessa forma, os computadores que receberem o broadcast responderão com ICMP echo replay para o endereço forjado, contido naquele broadcast (IP da Vítima). Dependendo do número de computadores existentes naquela sub-rede, dezenas, centenas ou até milhares de pacotes ICMP echo replay serão enviados para o endereço IP da vítima, fazendo com que a conexão da mesma se torne indisponível ou mesmo lenta. Essa técnica pode ser aplicada em conjunto com vários outros atacantes para que o efeito seja ainda mais devastador e duradouro. Para a vítima, não há muito que fazer a não ser contratar o responsável pela sub-rede que esta servindo de amplificador de Smurf (Smurf Amplifier).
Exemplo didático é:
a) No PC da pessoa alterar a tabela MAC Address sem a vitima perceber: No DOS e digite arp -a (irá mostrar a tabela dos endereços IPs relacionado o endereço de MAC Address).
b) Criar uma entrada na tabela informando que todos os pacotes que vão para o gateway default, tenham o mac address da nossa placa de rede (para criar uma entrada estática, o comando é arp -s).
c) Desta forma, todo o trafego da vitima será direcionado para a nossa placa de rede e a vitima não conseguirá sair pelo gateway correto! A vitima pensará que está pingando o gateway com sucesso mas na verdade estará pingando a nossa máquina
Segue um vídeo do Shagrath que está no YouTube
Como Grampear um Celular
Publicado por Aldo Silva em Pericia Forense em 17/11/2010
Fonte : http://vitoriabernardi.wordpress.com/2008/12/02/como-grapear-um-celular-hacker/
Com apenas um celular nas mãos, o presidente da Companhia SecurStar, Wilfried Hafner, foi capaz de grampear conversas telefônicas, acessar dados de outros aparelhos e usar os celulares grampeados como microfones para escutas ambientais.
A demonstração foi feita a um público de agentes de inteligência de diversos órgãos como a Polícia Federal (PF), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Tribunal de Contas da União e a Corregedoria Geral da União, reunidos em seminário promovido nesta semana pela Comunidade de Inteligência Policial e Análise Evidencial (CIPAE).
Usando um vírus enviado por meio de SMS (mensagem de texto), Hafner pode grampear qualquer telefone celular – basta possuir o número do aparelho. O programa espião chamado RexSpy foi desenvolvido por sua empresa para mostrar a vulnerabilidade do sistema de telefonia celular. De acordo com ele, versões similares do vírus circulam pela internet em comunidades de hackers, principalmente na China e Coréia do Sul.
Sua empresa, que trabalha no ramo de segurança de dados e produz software para criptografar ligações tornando-as seguras, identificou ataques de vírus similares ao RexSpy no Brasil. A primeira incidência se deu em agosto.
Ao receber o vírus, o telefone infectado sequer alerta para a chegada da mensagem. A partir de então, o “espião” passa a ter acesso a todos os dados do aparelho, como a agenda telefônica, mensagens de texto, fotos e vídeos. Além disso, o telefone que enviou o vírus recebe uma mensagem cada vez que o aparelho grampeado é usado, permitindo ouvir ou gravar as conversas realizadas.
Também sem deixar pistas, é possível que o “espião” use o celular infectado como microfone, ouvindo conversas de reuniões privadas, bastando que o aparelho infectado esteja no recinto. Todas as modalidades de grampo foram apresentadas durante o evento.
“Temos identificado o uso de vírus semelhantes ao RexSpy para espionagem industrial. A primeira vez que descobrimos uma tentativa de invasão foi em abril, na França. No Brasil, percebemos a tentativa em agosto”, disse.
Questionado se este instrumento poderia estar sendo usado para grampear políticos no País, Hafner respondeu que
“basta possuir o número do telefone”
Ele mostrou ainda a possibilidade de se adquirir pela internet um programa chamado FlexiSpy, que também permite o grampo de celulares, mas, diferente dos vírus similares ao RexSpy, é preciso instalá-lo diretamente no celular, o que dificulta seu uso. O produto pode ser adquirido por cerca de R$ 250 e, na maioria das vezes, tem sido usado, segundo a empresa, por mulheres que querem monitorar seus maridos.
Apesar do empecilho de instalação do FlexiSpy diretamente no celular a ser atacado, Hafner disse que vídeos e “ringtones” (sons para celular, como campainhas personalizadas) podem estar infectados e o usuário, sem perceber, acaba por instalar o programa.
Hafner disse que o vírus desenvolvido pela empresa, RexSpy, serve somente para demonstração e que, apesar da companhia já ter recebido inúmeras ofertas, ele jamais foi comercializado.
“É para uso interno, para demonstrarmos as falhas de segurança. O problema é que hackers já possuem tecnologia similar”, pontuou.
Aldo Silva :
Umas das técnicas é um software instalado no celular que cria uma conferência de chamada a três ou mais pessoas de forma oculta que libera a interceptação no ato da ligação, quando estiver em uso. Depende também do chip a ser monitorado deve estar habilitado com esta funcionalidade na operadora de telefonia celular. Tem operadoras que vendem o chip com essa função , mesmo no pré-pago.
Uma escuta ambiental também pode ser feita , é criada um autorização para o número que esta monitorando que vai ligar e o celular a ser monitorado atende a ligação automaticamente sem mostrar no visor, e sem tocar.
Segurança Física e Operacional – Parte III
Publicado por Aldo Silva em Segurança da Informação (SI) em 16/11/2010
3 – Mecanismos de Proteção
O princípio da defesa em camadas rege que é mais efetivo do ponto de vista de segurança termos uma maior quantidade de mecanismos de proteção, ainda que menos eficientes, que um único mecanismo de proteção, ainda que menos eficientes, que um único mecanismo de proteção, mesmo que ele tenha o mesmo nível de proteção dos outros combinados.
Esse principio permite que os mecanismos de proteção se complementem e sirvam de redundância entre si.

3.1 – Proteções Perimetrais
A primeira camada de proteção de uma construção é a chamada proteção periférica ou perimetral. Que são nada menos que :
- Barreiras física de proteção
- Cercas – Construídas em aço galvanizado traçado e demarcam a fronteira externa do terreno.
- Paisagismo - São barreiras naturais como arvores, plantas etc,
- Portões - São mecanismo de controle de acesso físico que se aplicam as pessoas e veículos,
- – Barreiras Veiculares – São colunas de concreto ou metal , colocadas em calçadas cujo objetivo é impedir a aproximação ou o estacionamento de veículos
- Iluminação – Sua existência é um ótimo mecanismo de preventivo e desencorajador, uma iluminação é o fator para o sucesso na implementação de circuitos fechados de TV
- Alarmes de Instrução – São usadas em barreiras externas e têm a finalidade de alertar para a existência de um possível intruso no perímetro de proteção.
3.2 – Proteções Perimetrais da construção
- Sensores de presença – Utilizam diferentes tipos de tecnologia na tentativa de detectar a presença de pessoas dentro de ambientes controlados. Vejamos alguns
- CFTV – Circuito fechado ou circuito interno de televisão é um sistema de televisão que distribui sinais provenientes de câmeras localizadas em locais específicos, para um ou mais pontos de visualização. O sistema do circuito interno é na sua versão mais simples constituído por câmeras, meio de transmissão e monitor. Inicialmente sendo um sistema analógico, o CFTV transmitia as imagens das câmeras por meio de cabo coaxial para monitores . Esta transmissão era e é apenas destinada a algumas pessoas, pelo que se trata de um sistema fechado.
3.3 – Pontos de entrada de construção
- Matérias de usados em paredes – Resistência contra acesso não autorizado, proteção física de pessoas, Resistência contra incêndios
- Portas – Batente, Dobradiças , portas antipanico , alarmes , Mantraps
- Janelas – Vidro temperado, normal, brindado ,Alarmes etc …
- Fechaduras – Fechaduras Clindricas como chaves com ranhunhas , tambor com discos , tambor com pinos , temos também fechaduras de combinação, fechaduras eletrônicas, fechaduras inteligentes etc.
- Guaritas
- Ponto de controles de acesso – Principais tecnologia de identificação / autenticação : Tokens , Biometria , senhas
3.4 – Controles e proteção internas
- Sistemas de suporte e abastecimento – São os básicos Energia Elétrica, Fornecimento de Agua, Fornecimento de gás , Proteção contra incêndios, Proteção de ativos internos etc…
VirtualBox
Publicado por Aldo Silva em Segurança de TI em 12/11/2010
O VirtualBox é um software de virtualização para arquitetura x86 possui versÕES que é open source de licença GNU GPL O software é uma máquina virtual do tipo II e executa como um processo de sistema operacional host que pode ser Linux, Windows 32 ou 64 bits, ou Mac OS X. Atualmente suporta sistemas convidados como DOS, FreeBSD, Linux, OpenBSD, NetBSD, Solaris, Netware, OS/2 Warp e Windows.
Ele utiliza a técnica da virtualização total, emulando componentes chaves do hardware. Com isso, não há necessidade de que os sistemas operacionais convidados sejam modificados para que executem em uma máquina virtual.
O VirtualBox tenta executar uma porção do código dos sistemas virtuais diretamente no processador. Para que sejam executadas as instruções privilegiadas, ele tenta mover o sistema operacional para o nível de ring 1, ao invés do ring 0. o nível de ring 1 geralmente não é utilizado na arquitetura x86. Caso haja problemas no processo, o VirtualBox também utiliza a técnica de recompilação dinâmica. O recompilador do VirtualBox é baseado no open-source QEMU. Adicionalmente, o VirtualBox automaticamente “desmonta” e, na maioria dos casos, “corrige” o código dos sistema convidados a fim de prevenir futuras recompilações. Em razão disso o código executa nativamente na maior parte do tempo, numa tentativa de aumentar seu desempenho [VIRTUALBOX].
No software, os discos são emulados num recipiente especial chamado Virtual Disk Image (arquivos VDI), o qual até o momento é incompatível com formatos usados por outras soluções. O VirtualBox possui uma funcionalidade que pode conectar dispositivos iSCSI e usá-los como discos virtuais.
O VirtualBox virtualiza os adaptadores gráficos como no padrão VESA e cuja memória pode ser ajustada. Em sistemas convidados Linux e Windows, pode ser instalado drivers gráficos especiais para melhorar o desempenho.
Os adaptadores de rede são virtualizados como adaptadores AMD PCNet, e placas de som como dispositivos Intel ICH AC’97. Dispositivos USB também são emulados. Outras características do VirtualBox:
- Permite virtualização recursiva (uma instância do VirtualBox pode ser executada em sistema convidado).
- Permite controle total através de linha de comando.
- Permite logon automático em máquinas virtuais Windows.
- Inclui um servidor Microsoft Remote Desktop Protocol (RDP) para administração de máquinas virtuais.
- Inclui suporte total a Intel VT e suporte experimental ao AMD-V.
fonte : material do Rodrigo Ferreira da Silva Laboratório nacional de computação científica , adaptação Aldo Silva


