Archive for category Processo de Negócio
Calculo do ROI – Banners
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança da Informação (SI) em 15/05/2012
Você desenvolveu um site sobre sua empresa e precisa divulgá–lo. Um site que ninguém vê é como um folder de sua companhia no meio do deserto do Saara.
Sem clientes não há negócios. Para atrair visitas, que serão os possíveis clientes, é preciso divulgação dentro e fora da internet. Vamos nos deter aqui em um método de divulgação de baixo investimento, partindo do princípio básico que é evitar gastos de retorno incerto.

Como saber o quanto é seguro investir? Para descobrir se o dinheiro que emprega em publicidade na internet está valendo a pena ou é tudo prejuízo existe o ROI.
ROI é o Retorno do Investimento sobre suas campanhas. Seu cálculo é simples. ROI = Lucro Líquido – Custo da Campanha.
Vamos usar como exemplo uma campanha de banners, que podem ser comparados ao outdoor no mundo fora da internet. A forma mais popular de comercialização de banners é o CPM ou Custo por Mil Impressões (impressões em tela).
Uma campanha simples, onde você não seleciona quem será sua audiência, não deve custar mais de R$ 20,00 CPM. O veículo deve pedir um mínimo de 10.000 impressões, o que daria R$ 200,00.
Já a performance de um banner é medida em “Click Through” (CT), valor que representa o número de vezes em que um banner é clicado. A média mundial é menor que 1%, portanto vamos trabalhar com esta figura.
Em nosso exemplo você comprou 10.000 impressões, que resultaram em 100 visitas (1%), pagou R$ 200,00 pelos 100 internautas, ou seja, R$ 2,00 por visitante.
O próximo passo é saber a Taxa de Conversão (TC) que representa o número de pessoas que precisam visitar seu site para realizar uma venda. Seu provedor deve oferecer um relatório de estatística de acessos para você calcular a TC, dividindo o total de visitas em determinado período pelo número de vendas ocorridas. Se seu provedor não oferece nenhum tipo de estatística, você pode usar um serviço baseado na internet (WebTrends, por exemplo) ou procurar um provedor melhor. Pense nisso!
O valor que vamos usar aqui é 2%, uma taxa de conversão bem realista. Significa que a cada 50 internautas que vêm ao site uma venda é concluída.
Agora você sabe que cada visita custou R$ 2,00 e você precisa 50 visitantes, então o custo para vender uma unidade do seu produto é de R$ 100,00. O Lucro Líquido por produto tem que ser maior que isto ou o ROI fica menor que zero e você estará jogando dinheiro fora. Vamos mostrar o esquema de outra forma e você mesmo poderá adapta–lo a suas campanhas e ficar sempre no lado seguro.
Custo da Campanha
Trata–se do custo total da campanha que está sendo estudada. 10.000 impressões a R$ 20,00 CPM = R$ 200,00
CT (número de pessoas que clicam no banner) = 1% = 100 visitantes
CV (custo de cada visita) = 10.000 impressões / CT = 1% de R$ 200 = R$ 2,00
TC (taxa de conversão ou número que visitas por venda) = 2% (realista) Isto significa 50 visitas para cada venda.
CC (custo de conversão ou quanto custa cada venda) – Para R$ 200,00 houve 100 visitas e apenas duas vendas, ou seja, R$ 100,00 por negócio.
Parecia tão baratinho pagar apenas R$ 20,00 para cada mil vezes que seu banner ia aparecer, não é? Mas neste exemplo a realidade é bem diferente. Usamos banners para uma audiência não selecionada. Se você puder anunciar em sites segmentados e mais próximo de seu público alvo, os resultados podem ser melhores.
Agora você está pronto para proteger seu investimento, sabendo como calcular o custo de venda de seus produtos baseado em campanhas de publicidade.
Há ferramentas para controlar o resultado de suas campanhas de banners. Sugiro neste caso o ROIbot, que é fácil de usar para estas e outras tarefas.
Use este conhecimento fora da internet também. Com pequeno esforço você pode saber o ROI de campanhas de outdoor, tv, rádio, jornal, etc. E principalmente saber se está empregando bem o seu dinheiro.
fonte :uol
Desmotivação Profissional
Cinco parâmetros para medir a qualidade das aplicações
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança da Informação (SI) em 08/05/2012
Um software bem concebido, bem arquitetado e bem executado possui alta qualidade. É fácil trabalhar com ele, mantê-lo e melhorá-lo para suprir as demandas dos negócios. Nós sabemos que medir a qualidade do software é bom, mas podemos, de fato, medi-lo? Sim, graças a produtos que realizam essa tarefa.
Em uma aplicação, a qualidade de qualquer componente depende de outros componentes que ele está integrado. A qualidade de um aplicativo como um todo é, portanto, mais do que simplesmente a soma da qualidade de seus componentes. O erro mais frequente em engenharia de software é esquecer esse fato.
Por isso, qualquer sistema que possa ajudá-lo nessa tarefa deverá medir cinco pontos:
1. Alcance: deve ser capaz de lidar com várias tecnologias. A maioria dos aplicativos modernos contém vários idiomas e sistemas que são ligados entre si de forma complexa.
2. Profundidade: deve ser capaz de gerar mapas completos e detalhados da arquitetura do aplicativo do Graphical User Interface (GUI), ferramenta de captura, processamento e análise de imagem, para o banco de dados. Sem essa detalhada arquitetura, seria impossível obter contextualização da aplicação.
3. Tornar o conhecimento explícito de engenharia de software: deve ser capaz de verificar a aplicação inteira contra centenas de padrões de implementação que codificam as melhores práticas de engenharia.
4. Métricas acionáveis: as métricas de qualidade não devem apenas informar, mas também orientar sobre como realizar a melhoria da qualidade do software, mostrando o que fazer primeiro, como fazê-lo, próximos passos etc.
5. Automatização: finalmente, deve ser capaz de realizar todos os pontos descritos acima de forma automatizada. Nenhum profissional ou equipe pode fazer essa tarefa, muito menos fazê-la em um curto espaço de tempo.
É importante medir a qualidade do software, mas é igualmente importante executar a atividade de forma correta. Essa ação é muito útil no desenvolvimento de software, mas, muitas vezes, é melhor não ter medição alguma do que contar com uma errada.
fonte : http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/05/08/cinco-parametros-para-medir-a-qualidade-das-aplicacoes/
Veja também: Organização Funcional X Centrada em Processos
Os níveis do BAM
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 07/05/2012
BAM é um método que possui capacidade de armazenamento, análise e exibição de informações em tempo real sobre atividades internas e externas à organização.
Os níveis do BAM
Nível 1 – Informações disponíveis em sistemas
O primeiro nível introduz sistemas que possibilitam a automação inicial das informações disponíveis para apoiar as atividades e pessoas na execução
Nível 2 – Geração do contexto através do modelo de processo
O segundo nível estabelece e formaliza os modelos de processos da organização, evidenciando o caráter processual da solução.
Nível 3 – Programação para a decisão
O terceiro nível utiliza-se de alguns programas que possibilitam a realização de análises de mudanças e disparam ações que devem ser tomadas pelo gestor.
Nível 4 – Dashboards
O quarto nível define a capacidade de exposição dos dados e informações em ambientes de interface amigáveis, a partir de dashboards, que mostrem valores, gráficos e alertas e indiquem ações recomendáveis quando necessário.
Considerações
Muito se fala de tomada de decisão em tempo real ou com baixo grau de latência, possibilitando uma constatação/disponibilidade de informações e resposta/decisão rápidas para o usuário.
Esta aplicação proporciona uma capacidade de monitoração da execução dos processos através de dashboards, alertas e outros mecanismos de exposição clara das condições e dos resultados das diferentes variáveis do negócio. Pode se obter diversas formas de análise em tempo real, desde uma
Aplicação especificamente direcionada para esta função até a consideração de análises consolidadas que podem ser atualizadas frequentemente.
Tendência
Nas primeiras aplicações do BAM, houve grande foco nas medições dos processos pontualmente, impossibilitando uma visão mais integrada com a gestão da organização. No entanto, atualmente,
Existe maior preocupação no cumprimento das ações necessárias ao alcance dos objetivos e estratégia. Por isso, uma nova geração do BAM tem avançado, tornando-o muito mais participativo no negócio, adquirindo novas capacidades como maior visibilidade, serviços de controle e reconhecimento de padrões de ocorrências e eventos complexos. De forma pragmática, as aplicações de BAM apresentam duas possibilidades principais de atuação: a primeira, ligada intimamente ao BPM (monitoração por KPIs), necessita de uma organização/investimento prévio desta metodologia na organização para implementar o BAM; a segunda, e menos comum, está ligada ao processamento de eventos, indicando uma forte interação do BAM com o CEP (Complex Event Processing), e demonstrando a preocupação com a necessidade de informações estruturadas no menor tempo possível para a tomada de decisão.
Vantagens
- Dados e informações em tempo real sobre status e resultado de operações, processos e transações;
- Possibilitar uma melhor e mais rápida tomada de decisão;
- Facilitar a identificação de oportunidades pela monitoração dos processos;
- Capacidade de adaptação entre indicadores de processos (KPI) e eventos;
- Aplicações de BAM são orientadas por processos.
Leia Também
BAM (Business Activity Monitoring) (parte 1)
KPI Gerenciamento de Incidente
Técnicas de ataques hacker
Diferença entre Chefe & Líder
BAM (Business Activity Monitoring)
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 18/04/2012
O BAM é um método que possui capacidade de armazenamento, análise e exibição de informações em tempo real sobre atividades internas e externas à organização. Sua principal aplicação objetiva prover resumos de dados e informações destinados aos gerentes operacionais e outros gestores. Além disso, demonstra como prover acesso em tempo real aos indicadores críticos dos processos aumentando a rapidez e efetividade das operações do negócio.

Seu foco consiste na monitoração de transações e eventos, tendo como principais atributos os seguintes:
- Volume : Ex. Custo, número de chamadas, número de transações.
- Velocidade : Ex. tempo de espera entre eventos, tempo de ciclo do processo ou atividades.
- Erros : Possibilita a identificação de erros e acompanhamento do caminho que provocou cada erro, associando a perspectivas de análises estatísticas para apoiar a geração de informações adequadas para a tomada de decisão.
- Condições especiais: São eventos importantes de serem acompanhados e definidos por determinado usuário para a execução de transações específicas do negócio.
Um banco está interessado em reduzir o volume de dinheiro que transfere à noite de um banco central. Transferências interbancárias devem ser organizadas e comunicadas automaticamente por um certo tempo todo dia útil. A falha de qualquer comunicação importante pode custar grandes perdas financeiras ao banco, devido aos juros cobrados pelo banco central. O BAM deve ser programado para se tornar responsável por cada mensagem e esperar confirmação. A falha na confirmação dentro de certo tempo deve disparar um alarme que possibilitaria uma intervenção manual para investigar a causa do atraso e tentar resolver o problema antes que se torne oneroso.
Visão Geral de Business Activity Monitoring (BAM)
O BAM vem crescido estimulado pelo interesse em BPM, tornando possível entender claramente as relações entre operações de TI em tempo real e atividades do negócio. Muitas empresas tem alcançado importantes resultados em relação a Retorno sobre o Investimento (ROI) usando o BAM como um ferramenta em tempo real e focada na intervenção para realizar monitoração e gestão dos processos de negócio, incluindo identificação de falhas e BPM Beyond Process Modelling exceções e posicionando esses problemas pela organização em tempo real. Como o BAM acompanha a execução dos processos e identifica quando há erros e acertos, é capaz de acumular importantes registros e comportamentos que podem ajudar na melhoria geram dos processos da organização, sendo ainda capaz de apoiar na gestão de compliance, assegurar transações do negócio e reduzir os riscos operacionais associados às atividades da empresa
continua …..
Diferença entre Chefe & Líder
Diferença entre Chefe & Líder
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança da Informação (SI) em 05/04/2012
leia também : Gerenciamento de Problemas





