Archive for category Processo de Negócio

Os sete princípios da organização eficaz

1. A maneira como uma empresa se organiza é, potencialmente, uma fonte importante de vantagens competitivas. Essas vantagens são mais fáceis de manter do que as que se conseguem com a ocupação de determinada posição no mercado ou com a utilização de determinada tecnologia.

2. A participação de toda a força de trabalho é fundamental.

3. Todos os funcionários devem agregar valor às operações realizadas pela empresa.

4. A empresa precisa promover a horizontalização dos processos.

5. A empresa deve se organizar de acordo com os produtos e os clientes.

6. Em todos os níveis da empresa, a liderança deve ser compartilhada.

7. Todos dentro da empresa, o preconceito deve ser colocada de lado (em todos os aspectos cor, raça, terceiros etc …)

Fonte: From the Ground Up: Principles for Building the New Logic Corporation, de Edward Lawler.

Leia Também : Checklist- relatorio de incidente – itil

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Tipos de Comportamento

Como qualquer projeto é desenvolvido por um time de profissionais, solucionar conflitos envolve identificar o comportamento de pessoas em grupo e saber como conduzi-los melhor de modo a obter harmonia, boa atitude e parceria, entre outros.

Abaixo alguns tipos clássicos de comportamentos.

Sabotador: pessoa que está sempre procurando descobrir um resvalo de sua parte, um pequeno erro cometido. Via de regra é focado em “problemas”.

Franco atirador: é aquele que atira em tudo o que vê e ouve. É destruidor por natureza, e muitas vezes, por prazer.

Contraditor: é aquela pessoa que sempre encontra algo para se opor a uma ideia, uma solução ou uma forma de encaminhar uma determinada ação. As suas frases, normalmente, começam com a palavra “não”.

Calado: é aquela pessoa que contribui se for solicitada. Só age mediante impulso externo. Geralmente, mantém-se alijada dos processos mais movimentados do projeto.

Ansioso: é aquele que está sempre irrequieto, nunca está satisfeito com o que está fazendo, com o que ganha, com os recursos que dispõe. É o insatisfeito negativo, nocivo ao desenvolvimento do projeto.

Dominador: sempre procura levar vantagem por ser maior, por falar mais forte e alto, por bater mais na mesa ou mesmo pela forma de falar e se portar frente aos outros membros da equipe do projeto.

Que sai pela tangente: aquele que nunca se compromete com nenhuma alternativa ou sugestão que deve ser dada ao projeto.

Acomodado: é aquele que acata tudo o que lhe for dito. É nocivo ao projeto pela excessiva passividade frente ao que deve ser decidido e feito.

Crítico: sempre apresenta um “senão” a tudo o que é apresentado. Procura dar o seu toque, mesmo quando não é convidado para tal.

Que busca atenção: pelas vestimentas, pelas idéias, pela forma de se sentar ou seu comportamento durante as reuniões.

Palhaço: que está sempre contando uma piada ou “causo” e, com isto, apesar de divertir as pessoas, por vezes, não ajuda a focalizar o assunto que está sendo tratado. Ele se transforma num grande dispersador de energia na equipe do projeto.

Ao encontrar com um destes tipos, será importante manter a seguinte postura:

1. Destaque a conduta que está sendo percebida, nunca a pessoa. Isto aumentará a confiança das pessoas em você como condutor do time.

2. Detalhe seus efeitos mais aparentes, pois a pessoa não quer, na maioria das vezes, ser identificada.

3. Sugira comportamentos alternativos: é a atitude que você deve adotar de modo a permitir que a pessoa se recomponha e possa vir a colaborar com o projeto.

Material de estudo : Gerenciamento de Projetos – Catho Executivo

leia também : Organização Funcional X Centrada em Processos

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Lidar com os conflitos em Projetos

Existe muito amadorismo nas relações entre as pessoas envolvidas num projeto quando o assunto é “conflito”. Muitos agem pelo instinto. Não que ele não seja importante, porém, agir apenas instintivamente pode levá-lo a um desgaste muito grande durante o projeto.

 Existem inúmeras maneiras de se lidar com conflitos nos projetos. As mais comuns são:

 1- Negação ou retração – ocorre quando você, submetido a uma situação de conflito, prefere “negar” que ele existe. É um “fazer de conta que”.

 2- Supressão ou apaziguamento – é a técnica que é empregada para “acalmar os ânimos” dos envolvidos no conflito.

 3- Poder ou dominação – é o mecanismo empregado pelo uso de algum tipo de autoridade que se possua: hierárquica, técnica, persuasão, conhecimento de regras e leis, etc.

4- Acordo ou negociação – refere-se à criação de “moedas de troca” que possam ser utilizadas, trocadas por outras “moedas”, na busca por um determinado resultado ou posição.

5- Integração ou colaboração – é a forma de tratar conflitos que procurem fazer com que os envolvidos tenham clareza de posição, tanto do projeto como individual, e possam ajustar os seus encaminhamentos para um ponto que seja comum.

A negação ou retração é aplicada quando você não pode vencer. Desta forma, você “bate de retirada” desta situação. Outras vezes você precisa apenas ganhar mais tempo para analisar determinada demanda. Nesta situação a retração é uma das melhores técnicas a serem aplicadas. O conflito não é dado por encerrado, e enquanto isto você adquire mais informações e argumentos sobre o assunto em pauta. Outras vezes, utiliza-se esta técnica para preservar a sua neutralidade ou reputação – como gestor do projeto ou mesmo como especialista.

A supressão ou apaziguamento é uma técnica empregada no tratamento de conflitos em projetos quando se quer atingir um objetivo extremamente difícil e é preciso contar com o apoio de todos os envolvidos no projeto. Por vezes, é preciso manter a harmonia entre as pessoas e esta técnica é, então, a mais indicada. Por outro lado, quando você vê que vai perder mesmo, empregue esta técnica e mantenha um bom clima de relacionamento dentro do projeto.

O poder ou dominação é uma técnica que você aplica quando cresce o conflito e você sabe que tem razão. A força também é aplicada em situações de “ou ele ou eu”, “tudo ou nada”. Nestas circunstâncias você não pode titubear frente ao seu, então, “oponente”. Uma circunstância onde aplicamos esta técnica é quando estamos frente a uma situação de elevado risco. Ser decisivo, preciso e não deixar nenhuma margem para dúvidas, nestas circunstâncias, passa a ser fundamental para a continuidade do projeto.

O acordo ou negociação é aplicado quando as duas partes precisam vencer. Ambas preparam o que querem, identificam, também, “moedas de troca” para serem utilizadas durante as negociações, pois sabem que terão que “queimá-las” no processo de negociação. Em situações onde você não pode vencer, você abre a negociação com o intuito de permitir que a outra parte crie a condição de arrebatar argumentos que permitam a você vencer a negociação. Outras vezes, você não tem certeza que está com a razão. Aí você abre a negociação para, inclusive, angariar argumentos que dêem sustentação ao seu posicionamento.

A integração ou colaboração, que é a única maneira aonde o conflito realmente é eliminado, é empregada quando existem condições de envolvimento e motivação das pessoas frente ao projeto. Quando o objetivo do projeto é tido como sendo “seu” objetivo. Buscamos este tipo de solução para os conflitos para reduzir custos no projeto ou quando sabemos que as habilidades se complementam e que o sucesso virá apenas com a colaboração das partes. Outra circunstância na qual a busca da colaboração é requerida é quando há confiança na capacidade técnica do outro.

Apenas por meio da integração é que conseguimos, de fato, solucionar o conflito. As outras formas são, entretanto, muito úteis a um projeto, pois permitem dar sequencia às atividades planejadas, buscando o cumprimento dos prazos. É importante lembrar que o papel do gerente nem sempre é o de solucionar os conflitos. Ele o trata para que o projeto continue.

Material de estudo – Gerenciamento de Projetos – Catho Executivo

leia também : KPI Gerenciamento de Incidente

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Os direitos das sócias

Sócia de empresa tem direito a Licença maternidade e Auxilio doença? Qual o procedimento para recebimento? a contribuinte individual (sócia) terá direito a salário maternidade e auxílio doença.

O salário-maternidade é devido à segurada empregada, à trabalhadora avulsa, à empregada doméstica, à contribuinte individual (empresária/sócia), à facultativa e à segurada especial, durante 120 (cento e vinte) dias, com início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e término 91 (noventa e um) dias depois dele, considerando, inclusive, o dia do parto e, será pago pela Previdência Social.

A carência, ou seja, o número mínimo de contribuições para obtenção do salário-maternidade para as seguradas contribuinte individual (empresária/sócia) e facultativa é de dez contribuições mensais, ainda que os recolhimentos a serem considerados tenham sido vertidos em categorias diferenciadas e desde que não tenha havido perda da qualidade de segurada.

Assim, o salário maternidade da contribuinte individual será pago diretamente pela Previdência Social, e o período de afastamento por licença maternidade, a empresária não fará jus ao pagamento de pró-labore, haja vista que não estará exercendo atividade na empresa.

O benefício deve ser solicitado nas Agências da Previdência Social mediante o cumprimento das exigências e a apresentação dos seguintes documentos:Número de inscrição do contribuinte individual/facultativo;

  • Atestado Médico original ou original e cópia da Certidão de Nascimento da criança;
  • Todos os comprovantes de recolhimento à Previdência Social (Guias ou Carnês de recolhimento de contribuições);
  • Documento de Identificação da requerente (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência Social);
  • Cópia e original da Certidão de Casamento se for o caso, quando houver divergência no nome da requerente;
  • Cadastro de Pessoa Física – CPF. Para requerimento por outra pessoa que não seja a segurada, é necessário que o requerente nomeie um procurador para essa finalidade.

Com relação ao auxílio-doença será devido ao contribuinte individual a contar da data de início da incapacidade.
Sendo assim, o contribuinte individual fará jus ao auxílio-doença que será pago diretamente pela Previdência Social a contar do primeiro dia da incapacidade, devendo ser agendada perícia.

Lembramos que a carência do auxílio doença é de doze contribuições.

Base Legal – Art. 29, 72, II do Decreto nº 3.048/99.

fonte : http://www.empresario.com.br/legislacao/edicoes/2011/direitos_socias.html

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Ferramentas BPMN – Analise de Processo

O Business Process Modeling Notation (BPMN) é uma notação da metodologia de gerenciamento de processos de negócio e trata-se de uma série de ícones padrões para o desenho de processos, o que facilita o entendimento do usuário. A modelagem é uma etapa importante da automação pois é nela que os processos são descobertos e desenhados. É nela também que pode ser feita alguma alteração no percurso do processo visando a sua otimização. A notação também pode ser utilizada para a modelagem de Arquitetura de Processos. (WikiPedia).

 

A BPMN , foi apoiada por várias empresas de renome mundial no segmento de modelagem de processos, sendo uma resposta independente de fornecedor de solução à demanda de modelagem de processos.

Clique Aqui para acessar uma lista de ferramentas open source BPMn

leia também : Fluxo de Gerenciamento de Eventos

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