Archive for category Processo de Negócio
Os sete princípios da organização eficaz
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 04/04/2012
1. A maneira como uma empresa se organiza é, potencialmente, uma fonte importante de vantagens competitivas. Essas vantagens são mais fáceis de manter do que as que se conseguem com a ocupação de determinada posição no mercado ou com a utilização de determinada tecnologia.
2. A participação de toda a força de trabalho é fundamental.
3. Todos os funcionários devem agregar valor às operações realizadas pela empresa.
4. A empresa precisa promover a horizontalização dos processos.
5. A empresa deve se organizar de acordo com os produtos e os clientes.
6. Em todos os níveis da empresa, a liderança deve ser compartilhada.
7. Todos dentro da empresa, o preconceito deve ser colocada de lado (em todos os aspectos cor, raça, terceiros etc …)
Fonte: From the Ground Up: Principles for Building the New Logic Corporation, de Edward Lawler.
Leia Também : Checklist- relatorio de incidente – itil
Tipos de Comportamento
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança de TI em 30/03/2012
Como qualquer projeto é desenvolvido por um time de profissionais, solucionar conflitos envolve identificar o comportamento de pessoas em grupo e saber como conduzi-los melhor de modo a obter harmonia, boa atitude e parceria, entre outros.
Abaixo alguns tipos clássicos de comportamentos.
Sabotador: pessoa que está sempre procurando descobrir um resvalo de sua parte, um pequeno erro cometido. Via de regra é focado em “problemas”.
Franco atirador: é aquele que atira em tudo o que vê e ouve. É destruidor por natureza, e muitas vezes, por prazer.

Contraditor: é aquela pessoa que sempre encontra algo para se opor a uma ideia, uma solução ou uma forma de encaminhar uma determinada ação. As suas frases, normalmente, começam com a palavra “não”.
Calado: é aquela pessoa que contribui se for solicitada. Só age mediante impulso externo. Geralmente, mantém-se alijada dos processos mais movimentados do projeto.
Ansioso: é aquele que está sempre irrequieto, nunca está satisfeito com o que está fazendo, com o que ganha, com os recursos que dispõe. É o insatisfeito negativo, nocivo ao desenvolvimento do projeto.
Dominador: sempre procura levar vantagem por ser maior, por falar mais forte e alto, por bater mais na mesa ou mesmo pela forma de falar e se portar frente aos outros membros da equipe do projeto.
Que sai pela tangente: aquele que nunca se compromete com nenhuma alternativa ou sugestão que deve ser dada ao projeto.
Acomodado: é aquele que acata tudo o que lhe for dito. É nocivo ao projeto pela excessiva passividade frente ao que deve ser decidido e feito.
Crítico: sempre apresenta um “senão” a tudo o que é apresentado. Procura dar o seu toque, mesmo quando não é convidado para tal.
Que busca atenção: pelas vestimentas, pelas idéias, pela forma de se sentar ou seu comportamento durante as reuniões.
Palhaço: que está sempre contando uma piada ou “causo” e, com isto, apesar de divertir as pessoas, por vezes, não ajuda a focalizar o assunto que está sendo tratado. Ele se transforma num grande dispersador de energia na equipe do projeto.
Ao encontrar com um destes tipos, será importante manter a seguinte postura:
1. Destaque a conduta que está sendo percebida, nunca a pessoa. Isto aumentará a confiança das pessoas em você como condutor do time.
2. Detalhe seus efeitos mais aparentes, pois a pessoa não quer, na maioria das vezes, ser identificada.
3. Sugira comportamentos alternativos: é a atitude que você deve adotar de modo a permitir que a pessoa se recomponha e possa vir a colaborar com o projeto.
Material de estudo : Gerenciamento de Projetos – Catho Executivo
leia também : Organização Funcional X Centrada em Processos
Lidar com os conflitos em Projetos
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança da Informação (SI) em 29/03/2012
Existe muito amadorismo nas relações entre as pessoas envolvidas num projeto quando o assunto é “conflito”. Muitos agem pelo instinto. Não que ele não seja importante, porém, agir apenas instintivamente pode levá-lo a um desgaste muito grande durante o projeto.
Existem inúmeras maneiras de se lidar com conflitos nos projetos. As mais comuns são:
1- Negação ou retração – ocorre quando você, submetido a uma situação de conflito, prefere “negar” que ele existe. É um “fazer de conta que”.
2- Supressão ou apaziguamento – é a técnica que é empregada para “acalmar os ânimos” dos envolvidos no conflito.

3- Poder ou dominação – é o mecanismo empregado pelo uso de algum tipo de autoridade que se possua: hierárquica, técnica, persuasão, conhecimento de regras e leis, etc.
4- Acordo ou negociação – refere-se à criação de “moedas de troca” que possam ser utilizadas, trocadas por outras “moedas”, na busca por um determinado resultado ou posição.
5- Integração ou colaboração – é a forma de tratar conflitos que procurem fazer com que os envolvidos tenham clareza de posição, tanto do projeto como individual, e possam ajustar os seus encaminhamentos para um ponto que seja comum.
A negação ou retração é aplicada quando você não pode vencer. Desta forma, você “bate de retirada” desta situação. Outras vezes você precisa apenas ganhar mais tempo para analisar determinada demanda. Nesta situação a retração é uma das melhores técnicas a serem aplicadas. O conflito não é dado por encerrado, e enquanto isto você adquire mais informações e argumentos sobre o assunto em pauta. Outras vezes, utiliza-se esta técnica para preservar a sua neutralidade ou reputação – como gestor do projeto ou mesmo como especialista.
A supressão ou apaziguamento é uma técnica empregada no tratamento de conflitos em projetos quando se quer atingir um objetivo extremamente difícil e é preciso contar com o apoio de todos os envolvidos no projeto. Por vezes, é preciso manter a harmonia entre as pessoas e esta técnica é, então, a mais indicada. Por outro lado, quando você vê que vai perder mesmo, empregue esta técnica e mantenha um bom clima de relacionamento dentro do projeto.
O poder ou dominação é uma técnica que você aplica quando cresce o conflito e você sabe que tem razão. A força também é aplicada em situações de “ou ele ou eu”, “tudo ou nada”. Nestas circunstâncias você não pode titubear frente ao seu, então, “oponente”. Uma circunstância onde aplicamos esta técnica é quando estamos frente a uma situação de elevado risco. Ser decisivo, preciso e não deixar nenhuma margem para dúvidas, nestas circunstâncias, passa a ser fundamental para a continuidade do projeto.
O acordo ou negociação é aplicado quando as duas partes precisam vencer. Ambas preparam o que querem, identificam, também, “moedas de troca” para serem utilizadas durante as negociações, pois sabem que terão que “queimá-las” no processo de negociação. Em situações onde você não pode vencer, você abre a negociação com o intuito de permitir que a outra parte crie a condição de arrebatar argumentos que permitam a você vencer a negociação. Outras vezes, você não tem certeza que está com a razão. Aí você abre a negociação para, inclusive, angariar argumentos que dêem sustentação ao seu posicionamento.
A integração ou colaboração, que é a única maneira aonde o conflito realmente é eliminado, é empregada quando existem condições de envolvimento e motivação das pessoas frente ao projeto. Quando o objetivo do projeto é tido como sendo “seu” objetivo. Buscamos este tipo de solução para os conflitos para reduzir custos no projeto ou quando sabemos que as habilidades se complementam e que o sucesso virá apenas com a colaboração das partes. Outra circunstância na qual a busca da colaboração é requerida é quando há confiança na capacidade técnica do outro.
Apenas por meio da integração é que conseguimos, de fato, solucionar o conflito. As outras formas são, entretanto, muito úteis a um projeto, pois permitem dar sequencia às atividades planejadas, buscando o cumprimento dos prazos. É importante lembrar que o papel do gerente nem sempre é o de solucionar os conflitos. Ele o trata para que o projeto continue.
Material de estudo – Gerenciamento de Projetos – Catho Executivo
leia também : KPI Gerenciamento de Incidente
Os direitos das sócias
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 15/03/2012
Sócia de empresa tem direito a Licença maternidade e Auxilio doença? Qual o procedimento para recebimento? a contribuinte individual (sócia) terá direito a salário maternidade e auxílio doença.
O salário-maternidade é devido à segurada empregada, à trabalhadora avulsa, à empregada doméstica, à contribuinte individual (empresária/sócia), à facultativa e à segurada especial, durante 120 (cento e vinte) dias, com início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e término 91 (noventa e um) dias depois dele, considerando, inclusive, o dia do parto e, será pago pela Previdência Social.
A carência, ou seja, o número mínimo de contribuições para obtenção do salário-maternidade para as seguradas contribuinte individual (empresária/sócia) e facultativa é de dez contribuições mensais, ainda que os recolhimentos a serem considerados tenham sido vertidos em categorias diferenciadas e desde que não tenha havido perda da qualidade de segurada.
Assim, o salário maternidade da contribuinte individual será pago diretamente pela Previdência Social, e o período de afastamento por licença maternidade, a empresária não fará jus ao pagamento de pró-labore, haja vista que não estará exercendo atividade na empresa.
O benefício deve ser solicitado nas Agências da Previdência Social mediante o cumprimento das exigências e a apresentação dos seguintes documentos:Número de inscrição do contribuinte individual/facultativo;
- Atestado Médico original ou original e cópia da Certidão de Nascimento da criança;
- Todos os comprovantes de recolhimento à Previdência Social (Guias ou Carnês de recolhimento de contribuições);
- Documento de Identificação da requerente (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência Social);
- Cópia e original da Certidão de Casamento se for o caso, quando houver divergência no nome da requerente;
- Cadastro de Pessoa Física – CPF. Para requerimento por outra pessoa que não seja a segurada, é necessário que o requerente nomeie um procurador para essa finalidade.
Com relação ao auxílio-doença será devido ao contribuinte individual a contar da data de início da incapacidade.
Sendo assim, o contribuinte individual fará jus ao auxílio-doença que será pago diretamente pela Previdência Social a contar do primeiro dia da incapacidade, devendo ser agendada perícia.
Lembramos que a carência do auxílio doença é de doze contribuições.
Base Legal – Art. 29, 72, II do Decreto nº 3.048/99.
fonte : http://www.empresario.com.br/legislacao/edicoes/2011/direitos_socias.html
Ferramentas BPMN – Analise de Processo
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 01/03/2012
O Business Process Modeling Notation (BPMN) é uma notação da metodologia de gerenciamento de processos de negócio e trata-se de uma série de ícones padrões para o desenho de processos, o que facilita o entendimento do usuário. A modelagem é uma etapa importante da automação pois é nela que os processos são descobertos e desenhados. É nela também que pode ser feita alguma alteração no percurso do processo visando a sua otimização. A notação também pode ser utilizada para a modelagem de Arquitetura de Processos. (WikiPedia).

A BPMN , foi apoiada por várias empresas de renome mundial no segmento de modelagem de processos, sendo uma resposta independente de fornecedor de solução à demanda de modelagem de processos.
Clique Aqui para acessar uma lista de ferramentas open source BPMn
leia também : Fluxo de Gerenciamento de Eventos


