Cinco parâmetros para medir a qualidade das aplicações
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio, Segurança da Informação (SI) em 08/05/2012
Um software bem concebido, bem arquitetado e bem executado possui alta qualidade. É fácil trabalhar com ele, mantê-lo e melhorá-lo para suprir as demandas dos negócios. Nós sabemos que medir a qualidade do software é bom, mas podemos, de fato, medi-lo? Sim, graças a produtos que realizam essa tarefa.
Em uma aplicação, a qualidade de qualquer componente depende de outros componentes que ele está integrado. A qualidade de um aplicativo como um todo é, portanto, mais do que simplesmente a soma da qualidade de seus componentes. O erro mais frequente em engenharia de software é esquecer esse fato.
Por isso, qualquer sistema que possa ajudá-lo nessa tarefa deverá medir cinco pontos:
1. Alcance: deve ser capaz de lidar com várias tecnologias. A maioria dos aplicativos modernos contém vários idiomas e sistemas que são ligados entre si de forma complexa.
2. Profundidade: deve ser capaz de gerar mapas completos e detalhados da arquitetura do aplicativo do Graphical User Interface (GUI), ferramenta de captura, processamento e análise de imagem, para o banco de dados. Sem essa detalhada arquitetura, seria impossível obter contextualização da aplicação.
3. Tornar o conhecimento explícito de engenharia de software: deve ser capaz de verificar a aplicação inteira contra centenas de padrões de implementação que codificam as melhores práticas de engenharia.
4. Métricas acionáveis: as métricas de qualidade não devem apenas informar, mas também orientar sobre como realizar a melhoria da qualidade do software, mostrando o que fazer primeiro, como fazê-lo, próximos passos etc.
5. Automatização: finalmente, deve ser capaz de realizar todos os pontos descritos acima de forma automatizada. Nenhum profissional ou equipe pode fazer essa tarefa, muito menos fazê-la em um curto espaço de tempo.
É importante medir a qualidade do software, mas é igualmente importante executar a atividade de forma correta. Essa ação é muito útil no desenvolvimento de software, mas, muitas vezes, é melhor não ter medição alguma do que contar com uma errada.
fonte : http://cio.uol.com.br/tecnologia/2012/05/08/cinco-parametros-para-medir-a-qualidade-das-aplicacoes/
Veja também: Organização Funcional X Centrada em Processos
Mudando a senha padrão do MySQL
Publicado por Aldo Silva em Segurança de TI em 07/05/2012
Após a instalação do MySQL (se você não fizer nada), o usuário padrão será o “root” e a senha será vazia… E isso não é nada seguro, mesmo quando se desenvolve localmente… Hoje vou ensinar como mudar essa senha tanto no Windows quanto no Linux.
Mudando a senha do root no Windows
1. Iniciar > Executar, digite CMD e aperte enter
2. Navegue até o diretório bin dentro da pasta onde o MySQL está instalado, pode ser C:\mysql\bin ou se você estiver usando o XAMPP será C:\xampp\mysql\bin
3. Digite os seguintes comandos:
| mysql -u root mysql |
| SET PASSWORD FOR root@localhost=PASSWORD(‘NOVASENHA’); |
Pronto, a senha foi modificada… Não se esqueça de mudar a senha do phpMyAdmin (no arquivo config.inc.php).
Mudando a senha do root no Linux
Se você está mudando a senha pela primeira vez é só acessar o terminal e digitar:
| mysqladmin -u root password ‘NOVASENHA’
|
Caso você esteja trocando a senha do root é só usar o comando:
| mysqladmin -u root -p ‘SENHAANTIGA’ password ‘NOVASENHA’
|
Para esses comandos funcionarem você precisa do mysqladmin instalado
Artigo originalmente por Thiago Belem: Mudando a senha padrão do MySQL
Os níveis do BAM
Publicado por Aldo Silva em Processo de Negócio em 07/05/2012
BAM é um método que possui capacidade de armazenamento, análise e exibição de informações em tempo real sobre atividades internas e externas à organização.
Os níveis do BAM
Nível 1 – Informações disponíveis em sistemas
O primeiro nível introduz sistemas que possibilitam a automação inicial das informações disponíveis para apoiar as atividades e pessoas na execução
Nível 2 – Geração do contexto através do modelo de processo
O segundo nível estabelece e formaliza os modelos de processos da organização, evidenciando o caráter processual da solução.
Nível 3 – Programação para a decisão
O terceiro nível utiliza-se de alguns programas que possibilitam a realização de análises de mudanças e disparam ações que devem ser tomadas pelo gestor.
Nível 4 – Dashboards
O quarto nível define a capacidade de exposição dos dados e informações em ambientes de interface amigáveis, a partir de dashboards, que mostrem valores, gráficos e alertas e indiquem ações recomendáveis quando necessário.
Considerações
Muito se fala de tomada de decisão em tempo real ou com baixo grau de latência, possibilitando uma constatação/disponibilidade de informações e resposta/decisão rápidas para o usuário.
Esta aplicação proporciona uma capacidade de monitoração da execução dos processos através de dashboards, alertas e outros mecanismos de exposição clara das condições e dos resultados das diferentes variáveis do negócio. Pode se obter diversas formas de análise em tempo real, desde uma
Aplicação especificamente direcionada para esta função até a consideração de análises consolidadas que podem ser atualizadas frequentemente.
Tendência
Nas primeiras aplicações do BAM, houve grande foco nas medições dos processos pontualmente, impossibilitando uma visão mais integrada com a gestão da organização. No entanto, atualmente,
Existe maior preocupação no cumprimento das ações necessárias ao alcance dos objetivos e estratégia. Por isso, uma nova geração do BAM tem avançado, tornando-o muito mais participativo no negócio, adquirindo novas capacidades como maior visibilidade, serviços de controle e reconhecimento de padrões de ocorrências e eventos complexos. De forma pragmática, as aplicações de BAM apresentam duas possibilidades principais de atuação: a primeira, ligada intimamente ao BPM (monitoração por KPIs), necessita de uma organização/investimento prévio desta metodologia na organização para implementar o BAM; a segunda, e menos comum, está ligada ao processamento de eventos, indicando uma forte interação do BAM com o CEP (Complex Event Processing), e demonstrando a preocupação com a necessidade de informações estruturadas no menor tempo possível para a tomada de decisão.
Vantagens
- Dados e informações em tempo real sobre status e resultado de operações, processos e transações;
- Possibilitar uma melhor e mais rápida tomada de decisão;
- Facilitar a identificação de oportunidades pela monitoração dos processos;
- Capacidade de adaptação entre indicadores de processos (KPI) e eventos;
- Aplicações de BAM são orientadas por processos.
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